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Resultado concurso cultural Memória Olfativa

27/10/2014 por Redação Guarida

Resultado concurso cultural Memória Olfativa

  Conheça as respostas da vencedoras:   - Muito boa a iniciativa da GUARIDA, este assunto é tendência em ambientes. Minha memória olfativa lembra as aventuras minha e de minha irmã aos 6 anos (em 1972) no Parque da Redenção em Porto Alegre. Minha mãe ia ajudar nas costuras de calças “boca de sino” dos alunos da UFRGS (minha tia era costureira na Barros Cassal) e após terminarem as costuras elas nos levavam para brincar naquele parque gigante, com cheiro de folhas molhadas, folhas secas, terra e ainda tinha o laguinho. Também tinha os suquinhos em formato de frutas (uva, laranja) que ganhávamos. Lembro bem do cheiro dos passeios sem perigo no meio da Redenção. Era o nosso Grande pátio. Fervíamos por lá. Lembrei de tudo novamente ao escrever, minha mãe faleceu este ano e minha tia o ano passado, porém as lembranças ficam para nos alegrar e lembrar que os momentos são eternos e que precisamos vivê-los intensamente. Gratidão!!! Luciana Pasin   - Aromas, quando sentidos com a ternura da alma, tem o poder mágico de trazer as mais belas lembranças da vida, um dos aromas inesquecíveis que todos nos já tivemos o enorme prazer de sentir é o cheiro que nos lembra da presença de alguém em nossas vidas!!! Nada descreve o cheiro marcante da pessoa que amamos. Até hoje o aroma amadeirado com cravo lembra meu primeiro amor, que até hoje acorda e está sempre ao meu lado. Aromas são indescritíveis e marcantes, marcam para sempre um momento inesquecível. Daniele Barreto Ferreira   -Nossa familia era grande. Imagine o casal e os 9 filhos à mesa, mais a bisa e agregados. Naturalmente tudo era grande, a casa, a mesa, o pátio, ainda mais na memória das crianças. Pois bem, nossas refeiçoes eram momentos solenes, atá com certa pompa, afinal nossos pais nos exigiam bons modos, educação e respeito. Caso contrário nos restava a mesa da cozinha. Era com as mãos lavadas e ar compenetrado que deveríamos saborear toda comida, neste ambiente de solenidade qualquer careta bastava para se transformar em riso solto e contagiante! Na sala de jantar, uma parede era toda em vidro, na verdade, uma imensa janela, próxima a ela havia um pé de jasmim, que ao florir inundava o ambiente com seu delicioso aroma. Então sabíamos que a primavera havia chegado, e com ela os dias mais claros e extensos, e isso para nós significava andar descalços, usar pouca roupa, prenuncio do verão, dos banhos de mangueira, ficar até tarde na calçada brincando com a gurizada da vizinhança. Tudo se resumia em alegria, diversão e felicidade. O cheiro bom do jasmim era por nós esperado com ansiedade, pois trazia junto a promessa de dias ainda mais felizes. Passaram-se os anos e a casa, as pessoas, os vizinhos e a inocência se foram. Ficaram as lembranças, memória de cheiro, de felicidade… Quando sou surpreendida pelo doce aroma de jasmim, ( isso na cidade é um fenêmeno!) imediatamente surgem as mesmas sensações de alegria, de expectativa por dias melhores e da saudade da antiga casa, da bisa, da mãe e dos sonhos que juntos se foram. Me sinto grata por sentir ainda que raramente o doce aroma da infância e da família reunida e feliz! Livia Maria Moreira

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Redação Guarida

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